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As Únicas Ferramentas de Escrita que Eu Realmente Uso

Muitas ferramentas prometem facilitar a escrita. Aqui está o que eu realmente uso, por que continuo voltando e o que abandonei ao longo do caminho.

Uma mesa de madeira minimalista com uma pequena luminária e um caderno aberto, situada em um quarto iluminado por uma luz quente e acolhedora.
Uma mesa de madeira minimalista com uma pequena luminária e um caderno aberto, situada em um quarto iluminado por uma luz quente e acolhedora.

O Que Eu Uso Todos os Dias

Eu já experimentei muitos aplicativos e ferramentas para escrever. A maioria não fica. As que ficam são simples, confiáveis e não atrapalham. Atualmente, uso o Google Docs para rascunhos e o Notion para armazenar ideias e roteiros. Para publicação, vou direto para o meu site—não preciso de um fluxo de trabalho sofisticado. O Grammarly pega a maioria dos erros antes de algo ser publicado. E é isso aí.

Ferramentas Que Eu Experimentei (e Deixei de Lado)

Existem muitas ferramentas chamativas que prometem mais foco, mais produtividade ou melhor organização. Eu as experimentei—Scrivener, Ulysses, Roam, uma meia dúzia de editores de markdown. Todas pareceram incríveis por uma semana, mas sempre acabei voltando para o Google Docs e o Notion. O mais simples funciona melhor para mim. Não preciso de recursos que nunca vou usar.

Como Escolher Ferramentas Que Funcionem Para Você

Não corra atrás do que está em alta. Escolha ferramentas que te façam querer escrever. Se você se pegar mexendo nas configurações mais do que escrevendo palavras, largue. Fique com aquilo que você realmente abrirá todos os dias. Não tenha medo de abandonar uma ferramenta quando ela parar de ajudar. Escrever é sobre colocar palavras no papel. A ferramenta certa é aquela que você vai usar.